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FEM e G3 continuam negociação nesta quarta (9)

08/09/2015

Rodada será, às 10h, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba

2ª Rodada de Negociação da FEM e G3 - fotos: Edu Guimarães/SMABC2ª Rodada de Negociação da FEM e G3 - fotos: Edu Guimarães/SMABC 
 

Publicação: 08/09/2015

A FEM-CUT/SP e a bancada patronal do Grupo 3 (que reúne autopeças, forjaria e parafusos) continuam nesta quarta-feira (9) a terceira rodada de negociação da Campanha Salarial, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal).

Dos 200 mil trabalhadores que estão em Campanha na base da FEM, cerca de 23% trabalham nas fábricas do G3.

Na última negociação com o G3, que ocorreu no dia 12 de agosto, a bancada dos trabalhadores mais uma vez reforçou a importância de avançar nos direitos sociais – principal destaque da pauta de reivindicações deste ano.

Entre as cláusulas novas abordadas estão a valorização dos jovens por parte das empresas, também foram debatidas algumas pré-existentes (em vigor na Convenção Coletiva de Trabalho) com características sócio-humanitárias, que os trabalhadores exigem avanços e não têm impacto direto nos custos das empresas.

Balanço

Passados um mês e meio de negociações, a Campanha Salarial da FEM-CUT/SP está na fase de conclusão sobre a melhoria e inclusão dos direitos sociais – principal destaque da pauta de reivindicações neste ano.

Na avaliação do presidente da FEM-CUT/SP, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, no início, as discussões com os seis setores patronais foram duras, com a lógica patronal de retirada de direitos, mas ao longo dos debates esse argumento foi perdendo a força.

“A nossa resistência tem feito com que as discussões caminhem em torno de avanços e não de retrocessos. Estamos confiantes de que firmaremos bons acordos e assinaremos as Convenções Coletivas de Trabalho, que beneficiem a categoria metalúrgica no Estado de São Paulo”, pontua.

Reajuste salarial

O ramo metalúrgico cutista entrou neste mês de setembro no período da data-base. A negociação sobre o reajuste no salário e nos pisos iniciará após a conclusão das cláusulas sociais, que deve ocorrer na próxima semana.

Até o momento, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE que é utilizado como referência pela FEM, acumulado até julho, está em torno de 9,61%.

“Vamos aguardar o resultado acumulado de agosto, lembrando que a fórmula originária constante em nossa pauta de reivindicações que será apresentada aos setores patronais é composta pelo INPC integral do período da data-base, 1º de setembro, acrescida do aumento real”, explica Luizão.

Rodadas de negociação

Outro setor patronal que a FEM conversou foi com o Grupo 10 (que reúne os setores de lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros), no dia 1º de setembro, na sede do Sindicato da Indústria de Lâmpadas e Aparelhos Elétricos de Iluminação no Estado de São Paulo (Sindilux), na FIESP.

Na ocasião, o G10 foi atencioso, pediu esclarecimentos sobre algumas cláusulas definidas como prioritárias pela FEM, como por exemplos, a questão das férias, do aviso prévio, da licença maternidade e a garantia de emprego à empregada gestante, entre outras. O setor patronal informou que uma nova rodada será agendada após a realização de assembleia com as empresas.

E no dia 3 de setembro, a Federação concluiu com o G2 o debate das cláusulas sociais. Uma nova rodada deve acontecer nos próximos e a bancada patronal se posicionará sobre a pauta social da FEM.

 

Viviane Barbosa, Assessora de Imprensa da FEM-CUT/SP

 

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